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Lembranças

May 19 '13
Parecia certo naquele momento. Eu não tenho culpa se as coisas mudaram tanto ao ponto de hoje parecer totalmente errado estar ao seu lado.
Jacqueline Souza 

334 notes (via convencionalismo)

May 12 '13
Sabe, acho que essa droga que chamam de amor não existe, que é apenas algo que criaram para ter algum tipo de esperança. Uma luz no fim do túnel, algum motivo para continuar. E nos caímos feito bobos nesse invenção, procurando por ele. É única explicação. Ou no fundo eu só não queria admitir que amo, até demais. E que não sei lidar nem um pouco com ele. E por não saber acabo sempre procurando uma desculpa para não acreditar. Eu tento apagar a luzinha no fim do túnel. Não quero acreditar. Não gosto quando não consigo lidar com algo. E de verdade, não sei nem um pouco o que fazer com esse tal amor. Não sei se o chamo pra tomar um café comigo ou se não abro a porta. Mal vejo a luzinha, e dou graças a Deus. As vezes sinto falta de um pouquinho de esperança, mas todo mundo sente falta de alguma coisa né? Mas com o tempo a gente aprende a lidar com a falta do amor, da esperança… Ou apenas aprende a disfarçar melhor. O ruim é que o vazio continua lá, me lembrando de vez enquando da minha falta de jeito com a vida.

15 notes (via convencionalismo)

Apr 17 '13

2 notes (via convencionalismo)

Apr 12 '13

1 note (via convencionalismo)

Apr 5 '13
Espero…
E torço para que quando vier
Não seja tarde demais.
Jacqueline Souza

99 notes (via convencionalismo)

Mar 28 '13
Eu já o conheço a dois meses. Juro que não tinha a miníma intenção de que aquele rolo se tornasse isso. Não que a gente tenha algo, nós não temos nada, nada mesmo. Ele só diz de vez em quando que gosta da minha boca e que eu sou muito preguiçosa. E eu insisto em dizer que ele deveria fazer mais tatuagens, eu gosto de homens tatuados. E aos domingos, quando consigo vê-lo lá na casa daquela nossa amiga em comum, ele faz questão de que a gente fique um pouquinho sozinhos, ele não tem noção do medo que eu tenho de alguém ouvir alguma coisa. Ele diz que eu sou uma criança e em comparação a ele, sou mesmo. Vive dizendo que deviamos terminar, porque ele está começando a gostar de mim. Me pergunta se eu sinto saudade daquela garota que eu dizia amar e se eu ainda a vejo. E eu digo que não, sendo que a vi uma semana atrás. Não quero que ele diga para eu ir ficar com ela, se não eu vou mesmo. Pergunto se ele faz academia e me surpreendo como ele consegue manter um corpo bonito só andando de bicicleta. Já sei que ele ama Legião urbana, que é capricóniano, que tem uma filha e que a ex dele é muito bonita. Já brigamos por causa do time dele. Ele já me viu com o cabelo bagunçado e riu de mim. E só faz dois meses. E eu não estou apaixonada por ele. Só gosto quando depois de um tempo ele me abraça e me beija, ou fica só me observando. E gosto quando ele fica insistindo que eu deveria colocar um piercing, só que eu tenho medo, e ele me chama de bebê. Gosto de ficar relembrando as brincadeiras dele e como ele é diferente de tudo que eu imaginei que fosse o homem que eu teria ao meu lado. Mas ele não é meu. Nunca vai ser. Só é um que deveria ser só mais um, mas que gostou e resolveu ficar, arrumar um cantinho na minha vida. E só fazem dois meses e eu já tenho tanta coisa pra contar quando acabar.
Jacqueline Souza

27 notes (via convencionalismo)

Mar 28 '13
Ele vai dizer que sou um problema. Vai tentar se afastar, vai conseguir por algumas semanas. E eu não vou atrás, porque sei que ele vai voltar. Nos esbarramos por ai e ele diz que sente saudade. Uns beijos e uma ligação no meio da noite: Volta? Volto! E assim vamos levando. Nunca admitimos isso, mas é amor. É complicado e por isso mesmo é amor.
Jacqueline Souza

10 notes (via convencionalismo)

Mar 28 '13
E se for tarde demais a gente inventa uma desculpa, chega uns minutinhos atrasados, qual o problema? Foi por amor…
Jacqueline Souza (via mold-y)

28 notes (via convencionalismo)

Mar 23 '13
Talvez o que a gente tem nunca passe disso. Talvez a gente nunca admita o que sente um pelo outro. Talvez acabe amanhã, com nos dois fingindo indiferença. Talvez você encontre outra que possa exibir pros seus amigos, que te acompanhe aos barzinhos e que não reclame quando você está bêbado. Mas que nunca vai saber que seu sabor de sorvete é flocos e que você odeia café. E talvez todas as promessas de um futuro ao seu lado sejam quebradas. Quem sabe até quando ainda vou ter você ao meu lado dizendo que nunca vamos dar certo. Talvez até amanhã, ou quem sabe para sempre…
Talvez. (via mold-y)

26 notes (via convencionalismo)

Mar 16 '13

Me passa o skype de vcs?

11 notes (via convencionalismo)